Sentimento de evasão… De querer desaparecer daqui ir para longe de tudo e de todos para me reencontrar e me refazer… para encontrar o meu caminho, o caminho que eu quero seguir e que me vai fazer feliz… já chega de indecisões e de inseguranças…
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Quadras de São João
O vinte e quatro de Junho,
É o dia de São João,
Quando já nasce o abrunho,
E se come até sem pão.
Na noite de São João
Vai para a rua e faz a festa,
Lembra-te que no Porto
Não há noite como esta.
Fogueiras de amor, já fiz
Mas ocultei-lhes a chama
A alma ama mas não diz
A boca diz mas não ama
Alho, cidreira, orvalhada
Fogueira, rusga, balão;
Trevo, cascata, noitada
Porto, povo, São João!
São João, estás a chegar
E vens com ricos manjericos
Pões toda a gente a animar
E há muitos namoricos.
No dia de São João
Comem-se muitas sardinhas
Lançam-se balões
E fazem-se fogueirinhas.
Do São João vais gostar
Olhar o céu com balões
Fogueiras terás que saltar
P'ra ouvir martelos e foliões.
Quero contigo dançar
Nesta noite de calor
Vamos todos descansar
P'ra depois festejar o amor.
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Santo António
Santo António, meu amigo,
rogo-te para ter inspiração.
Sabes o que escrevo e o que digo;
tenho as palavras no coração.
Quero escrever-te umas quadras
para mostrar a minha devoção.
Mas saem apenas rimas vagas.
Desculpa-me, não tive intenção.
Perdoa-me esta ousadia
fruto da minha tenra idade.
Estou a sentir uma poesia
gerada com generosidade.
Rezo louvores a ti meu santo,
Padroeiro da minha cidade,
pelas graças que entretanto
eu recebi da tua bondade.
Foi na noite dessa tua festa
que encontrei o meu grande amor,
sendo assim, apenas me resta
agradecer-te por este favor.
Eu casei-me na tua capela
Num dia bonito e de calor.
Levava um lenço na lapela.
O coração batia com fervor.
Quando ela entrou na igreja,
fiquei fascinado e a sentir
ser impossível não ter inveja
deste amor que me faz luzir.
É a ti, meu santo, que o devo.
Exclamo-o feliz e a sorrir.
Desta forma eu não me atrevo
a outros favores te pedir.
Estes versos já vão bem compridos.
Até ao fim tenho que os levar.
Por mim, para ti, foram escritos
Com carinho, só para te louvar.
E para terminar:
Entra na marcha e vem cantar,
No Santo António sê folgazão.
Lisboa vem para a rua dançar,
E comer sardinhas assadas no pão.
A primeira visita ao Santo António!
Foram uns dias impecáveis passados com a minha mana gémea da qual eu já tinha mts mts saudades e com pessoal fixe! :)
Não, o Sto. António não fez dos seus milagres, mas também ainda é muito cedo para isso e parece que o meu príncipe esta um caso complicado e confuso... e a modos que pronto...
Foram uns dias muito bem passados como estava a precisar na companhia de pessoas que me são muito queridas :)
Adorei passear pela Nazaré, Lisboa - Baixa do Chiado é sempre um sitio agradável para passear e fazer umas comprinhas =)
Adorei conhecer os bairros tipicos destas festas, principalmente Alfama com as suas ruelas caracteristicas onde jantei no sábado.. fabulástico! Um ambiente muito agradável do qual não dava vontade de sair e daí termos ficado até nos mandarem embora.. lol
Obviamente que os bailaricos também não podiam falhar, e como eu nem gosto nada de bailar... lol foi pena terem acabado cedo no sábado :(
Bom venha agora o São João e vamos lá ver se o São Pedro trará algo!
A festa continua sempre, com ou sem arroz! lol
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na sua estante

Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícias
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se
curam
E essa abstinência uma hora vai passar...
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Lua

Luâ fika ku mi más um kusinha
Dexâ-m lambuxa na bo,
Limia nha korpu ku káima !
Luâ dés ki témpu na aitura
Bu limia nórti, bu limia sul
Bu limia préta, bu limia bránka, Luâ !
Luâ riba riba mutu riba,
Pa riba simbrom ku tambarinha,
Riba trópa ku nhu pádri, Luâ !
Lua nóba sima Rikardina
Más rodónda ki Putchutcha
Xeia sima petu-Sheila, Lua !
Lua, limia riba, xeia!
Xeia, lua, limia, riba!
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